quarta-feira, 23 de abril de 2014

A CULTURA DARWINIANA DA MORTE

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Chamamos de “Cultura Darwiniana da Morte” a todo esse aspecto da cultura moderna que patrocina o aborto, a eutanásia, com alguns defendendo abertamente o assassinato de pessoas que julgam não serem dignas de viverem. Isso acontece, especialmente, em países que estão sofrendo invasões e ocupações por exércitos estrangeiros como acontece com a Palestina, e o Afeganistão, ou que se encontram sob ataque de forças cujos objetivos são inconfessáveis, como está aconteceu com a Líbia e agora também com a Síria. O descaramento desses assassinos que gostam de posar como pessoas justas, lutando pela justiça chega, de fato às raias, do absurdo.

Quando o jornalista e produtor cinematográfico australiano John Pilger perguntou para Madalene Albright, que era Secretária de Defesa do governo do presidente Bill Clinton, na última década do século passado, se ela achava justificável a morte de 500.000 – QUINHENTAS MIL – crianças iraquianas1 apenas porque os Estados Unidos desejavam se vingar do ditador Saddam Hussein, ela nem pestanejou: disse que achava justo sim! Infelizmente a vasta maioria dos cristãos vive em uma alienação tão grande, acreditando apenas no que os controladores da mídia lhes apresentam. Por esse motivo são incapazes de reagir diante dessas injustiças gritantes.

Nas últimas décadas vários livros, contrários ao genocídio dos não nascidos, dos anciãos e daqueles nascidos com graves enfermidades ou deformidades foram publicados. Entre esses, nos podemos citar:

• Darwin, Marx, Wagner: Critique of a Heritage de Jacques Barzun. University Of Chicago Press; 2 edition, June 15, 1981.

• Darwin and the Darwiniam Revolution de Gertrude Himmelfarb. Published by Van R Dee, February 1, 1996.

• The Long War Against God de Henry Morris. Master Books, April 2000.

• War Against the Weak: Eugenics and America's Campaign to Create a Master Race de Edwin Black. Dialog Press, September 25, 2008.

• Defiant Birth: Women Who Resist Medical Eugenics de Melinda Reist. Spinifex Press, May 28, 2006.

O último livro da lista acima documenta a imensa pressão que tem sido exercida sobre as mulheres para abortarem seus fetos, nos quais foram detectados, alegadamente, problemas de má formação congênita. O livro conta a história de mulheres corajosas que deram à luz mesmo diante de grande desaprovação e até mesmo de hostilidades da parte do corpo médico de hospitais e clínicas. Essas mulheres tiveram a coragem ou o atrevimento de desafiar tanto o “credo de perfeição quanto a sabedoria dos médicos”. O autor desse blog nasceu com uma má formação congênita no coração que só foi resolvida no ano de 2010. Se estivesse vivendo nesses dias, minha mãe, provavelmente receberia uma recomendação para me abortar.

Uma das mulheres mencionadas no livro de Melinda Reist, estava grávida, aos 46 anos de trigêmeos e foi rejeitada por doze médicos. Outras mulheres foram completamente abandonadas quando se recusaram a aceitar o procedimento padrão recomendado: o aborto de seus fetos. Outras ainda foram humilhadas e tratadas como párias por médicos e assistentes por se atreverem a ficarem grávidas!

Muitas dessas mulheres receberam os mais terríveis diagnósticos acerca da condição de seus fetos. Descrições terríveis falando das mais nojentas anormalidades e de condições potencialmente letais foram servidas a muitas dessas mulheres. No final das contas, a maioria dos bebês nasceu sem problemas sérios ou condições bem mais amenas do que haviam sido projetadas.

Essas atitudes por parte da instituição médica levantam sérias dúvidas sobre os procedimentos adotados e as terríveis conclusões alcançadas. Quantos milhares de mulheres não são obrigadas, diariamente, a tomar uma decisão agonizante do que fazer com os fetos que carregam em seus ventres, baseadas em falsos laudos e informações imprecisas. Isso para não falar do preconceito e das terríveis discriminações que entram em jogo em muitos casos.

Chamo a atenção dos leitores desse Blog, para a realidade diante de nós. Iremos ver uma pressão cada vez maior para descriminalização do aborto da gravidez chamada indesejada. Depois, a mesma será estendida a todos os fetos que forem diagnosticados com algum problema grave ou potencialmente ameaçador para a sobrevivência da criança.

Como crentes devemos tomar uma posição clara a favor da vida sempre. Lutar pela educação do nosso povo e por ajudar aqueles que necessitam do nosso auxílio.

"Com que me apresentarei ao SENHOR e me inclinarei ante o Deus excelso? Virei perante ele com holocaustos, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o SENHOR de milhares de carneiros, de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo, pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus" – Miquéias 6:6—8.



OUTROS ARQUIVOS ACERCA DO ABORTO E TEMAS AFINS

















 

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.

Notas:

1. Pilger, John. Killing the Children of Iraq. Documentário produzido para a BBC de Londres, 2001.

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